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14/08/2015

Maximizar a producao do palestrante

Sempre que me perguntam como consigo administrar meu tempo para ter uma produção considerável de textos, vídeos e áudios, eu digo que faço tudo mal feito e assim consigo fazer mais. Como assim? Bem, se você precisa enviar um bilhete para alguém não precisa digitar aquilo, passar no corretor ortográfico, escolher uma fonte bonita, revisar etc. É só um bilhete, então escreva à mão em papel de pão.

30/01/2014

O palestrante e a autopublicacao

No mundo de antigamente eu talvez fosse escritor, mas não teria nada publicado. Mas hoje publiquei mais um e-book que logo vai sair também em formato impresso, somando 12 obras até aqui. E quer saber? Este último, "O que respondi aos que me perguntaram sobre a Bíblia" é apenas o primeiro volume de uma coleção para a qual já tenho texto suficiente para mais nove volumes. Tenho ainda outro livro em fase de revisão (Oh, Laura Loft, desculpe-me por deixar você esperando!).

14/11/2013

Palestrante: Como publicar seu livro

Publicar um livro é um desejo quase universal, mas para o palestrante pode ser uma necessidade. Assim como dizem que um livro é julgado por sua capa, o palestrante é julgado por seus livros. Ser autor conta pontos na carreira e dá status. Se dá dinheiro? Talvez, se tiver o talento e todas as outras variáveis que criam autores famosos quase que por acidente. É bom ficar ciente de que é quase impossível você sobreviver dependendo apenas de seus livros. Provavelmente o tempo e fosfato que irá ganhar para escrevê-los não compensará o dinheiro que irá ganhar. Para não se esquecer disso, aqui vai uma piada de escritor:

- Fiquei sabendo que você lançou um livro e decidiu viver de escritor! Tá vendendo muito?
- Já vendi quase tudo. Carro, casa, geladeira, bicicleta...

03/05/2008

Otimizando sua produção

Há anos escreve semanalmente (ou quinzenalmente, dependendo do tempo), artigos e crônicas de vida, carreira e negócios, com foco em marketing, vendas, comunicação e outros temas de minhas palestras e treinamentos.

Ao final de um ou dois anos eu tenho material para um livro, podendo revisar, expandir, alterar, agrupar, fazer o que quiser. O importante disso é que eu escrevo quando as idéias vêm, e depois posso retomá-las na edição de um livro. É muito mais fácil do que partir do zero para escrever.

Essas mesmas crônicas eu publico primeiro em meu blog Mario Persona CAFE, e também ofereço para quem quiser publicar de graça ou como colaboração em sites, jornais e revistas. Tem gente que fica tão preocupada com isso que enche seus textos de "Marca Registrada", "Copyrights", cadeados etc. Eu não.

Se alguém pode roubá-los? Claro que pode, e algumas pessoas já fizeram isso, colocando-se como autores. Raciocine assim: quanto você ganha escrevendo? Muito pouco. Quanto você ganha se o seu nome estiver espalhado por aí em centenas de sites, jornais e revistas? Muito muito.

É claro que também forneço serviços de autor para algumas revistas segmentadas, escrevendo crônicas exclusivas, mas estes são outros quinhentos.

Continuando, como já escrevo para meus textos durarem, dificilmente trato de temas do noticiário, mas conceituais. Como são textos leves, principalmente para ler na Web, não gasto mais de 600 ou 700 palavras em cada um. Meus textos são então publicados em meu blog e vai saber onde mais, já que incentivo a cópia descarada, desde que acrescentem um www.mariopersona.com.br aos créditos. Você não imagina o bem que isso faz para sua marca nos sites de busca!

O mesmo texto segue também para os 9 mil assinantes de minha newsletter (importante, não mande SPAM, crie uma newsletter e conquiste assinantes que sejam assinantes porque gostam do que escreve).

No momento em que tenho o texto, tenho o script para meu vídeo. E é o que faço, criando um vídeo daquele texto, em casa mesmo. Depois eu extraio o áudio daquele vídeo e publico em meu podcast. Veja só: Eu escrevo uma vez, e esse texto vai virar:

  1. Material para meu blog
  2. Material para minha newsletter
  3. Colaboração para os blogs, jornais, revistas e sites dos outros.
  4. Material para um futuro livro
  5. Vídeo
  6. Podcast

Se isso não for otimização da produção, não sei o que é. Quem vê tudo isso por aí acaba pensando que minha produção é gigantesca. Nem tanto. Ah, e tem mais: as entrevistas. Mas isso fica para a próxima conversa...

02/05/2008

Escrevendo seu livro

Como o próprio Tom Peters disse em sua entrevista (veja texto anterior), todo palestrante deve procurar escrever um livro. Mesmo que você só venda para sua mãe ou sua irmã, ou dê de presente, ter um livro faz uma grande diferença porque, além de palestrante, você entra no mundo dos autores. Obviamente é preciso que tenha qualidade, ou você entrará para o mundo dos autores medíocres.

Eu tive a felicidade de encontrar duas editoras que quiseram publicar meus livros. Mas mesmo que isso não seja possível, hoje existe a possibilidade de produção sob demanda. Geralmente as editoras que trabalham assim cobram um valor para produzir, digamos, cem ou duzentos livros. A venda pode ficar por conta da editora ou por sua conta.

A experiência nesse segmento sob demanda demonstra que quem vai precisar vender mesmo é o autor, porque esses livros acabarão não entrando na distribuição das livrarias. O que leva ao ponto de que o elo mais importante na produção do livro não é a editora, mas a distribuidora. Mas este é outro assunto.

No próximo texto vou mostrar como faço para otimizar ao máximo a produção de meu material para livro, sites, entrevistas, vídeos, podcasting etc. Enquanto isso, assista o vídeo abaixo.

30/04/2008

Aprendendo com Tom Peters

Quer uma dica? Baixe este arquivo em MP3 e ouça uma entrevista de meia hora com o palestrante Tom Peters. A entrevista de meia hora foi para o blog "For Authors". Alguns pontos que anotei:

  • Para manter uma agenda de palestrante tão ativa quando à de Tom Peters ele diz que precisa ter algo de genético. É preciso muita energia para aguentar horas e horas de vôo e eventos. Sem falar dos cafezinhos.
  • Para ser palestrante é preciso estar entusiasmado para resolver problemas. Palestras são uma forma de informar soluções. "Poucos líderes querem ser líderes, eles são levados a ser líderes para consertar algo que vêem que está errado" (citando outro autor)
  • Tom deve muito à sua mãe, um misto de mulher extrovertida e excelente oradora. Sua oratória foi uma inspiração para ele, e sua educação fez dele um leitor voraz. Bons palestrantes precisam de alimento para o cérebro. Precisam ler muito.
  • Curiosidade é uma característica vital. Pessoas assim podem ser interrompidas no meio de um trabalho pois vêem a interrupção como oportunidade para aprender algo.
  • O início da carreira foi natural, fazendo palestras na empresa onde trabalhava e, com o tempo, quem via acabava convidando para falar em outro lugar e outras empresas, por pessoas que assistiram uma palestra sua.
  • Desde o princípio, falar em público nunca foi estressante ou apavorante para ele como palestrante.
  • A trajetória de cada pessoa é única. Tom começou fazendo uma palestra para 7 pessoas em sua empresa.
  • É bom aprender as lições dos comediantes para saber que histórias funcionam e quais não funcionam em público. Humor é importante.
  • Nunca abra a boca a menos que esteja preocupado e tocado pela situação ou pelo tema que vai apresentar.
  • O palestrante não transmite só idéias, ele transmite emoções, portanto uma boa palestra deve ser um bom momento emocional.
  • O palestrante não é muito considerado enquanto não escreve um livro. Existe uma relação muito íntima entre escrever livros e ficar conhecido.
  • Escrever um livro faz parte do processo de organizar idéias, como acontece numa boa palestra.
  • Quando falar para pessoas de outras culturas, ainda que cometa erros o público pode perceber que você é sincero e dar um desconto pelo fato de você ser estrangeiro.

    Bem, há muito mais. Vá lá, baixe o arquivo para ouvir.

06/02/2007

Livros, site, blog, vídeos, etc.

Você precisa ter seu site, blog, livros, vídeos, podcast, tudo o que puder para mostrar suas habilidades e conhecimento. Lembre-se de que quem contrata um palestrante deseja duas coisas: competência naquilo que sabe e capacidade de comunicação. A primeira sem a segunda dá sono. A segunda sem a primeira é vazia.

Um site é essencial. Acho que 99% dos meus clientes chegam através do site de busca. Uma grande parte vem também dos meus artigos e crônicas já publicados por mais de 500 veículos. Esta é uma estratégia minha de comunicação, de permitir que outros veículos publiquem o que escrevo.

O palestrante é um comunicador, ele é um profissional da área de comunicação, ele tem que saber não só falar em público, mas saber se comunicar usando todos os meios possíveis de comunicação. Ele tem que saber como atuar hoje dentro do mercado como um todo, atingindo seu público, utilizando diferentes formas de comunicação.

Você tem que ter, de preferência, a habilidade de escritor. Se vai a um lugar e diz para a pessoa que é empresário, consultor, ou qualquer palavra assim, existe todo um respeito. Mas a conversa muda quando você diz que é autor e escreveu tantos livros. Porque o livro, por menos que o autor brasileiro ganhe, é o que mais status concede a um palestrante. O palestrante também ganha pontos se for também professor.

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