Existe muita confusão em cima da palavra "motivacional". Alguns colocam qualquer palestrante dentro dessa designação, outros entendem ser apenas as palestras-show, mas há quem considere uma palestra bem-humorada como motivacional. Há também uma classificação por tema.
Não me considero um palestrante "motivacional", como costuma ser chamado o profissional que trabalha com temas como auto-estima, espiritualidade, pensamento positivo e coisas assim. Esses profissionais têm o seu papel na infusão de ânimo em determinados eventos, porém esse ânimo pode ser apenas superficial se não existir um trabalho mais profundo de conhecimento e convicção.
Pessoalmente enxergo que muitas palestras motivacionais são mais entretenimento do que capacitação e é importante que o RH das empresas tenha bem claro em mente qual resultado pretende antes de contratar um palestrante. Se for o caso de um evento festivo, por exemplo, com a presença de trabalhadores e familiares, é óbvio que um palestrante de conhecimento específico como marketing não serve. A platéia é heterogênea demais para se obter qualquer resultado além da diversão.
Costumo orientar a pessoa que contrata para evitar surpresas desagradáveis. Em alguns eventos mais festivos, as empresas costumam contratar, além de mim, algum profissional para fazer a parte mais lúdica ou de entretenimento, como um mágico, um grupo de teatro ou um cômico. Dessa forma, enquanto eu transmito o conhecimento e o recado que a empresa quer passar aos seus colaboradores, os outros profissionais motivam o público com brincadeiras ou coisas mais leves.
Uma vez uma empresa me procurou para uma palestra para ser ministrada na festa de aniversário. Procurei saber mais e informaram que a palestra seria em um bar fechado em São Paulo, por volta da meia-noite, depois de uma banda de jazz e antes de um bolo gigante, com muita bebida e salgados rolando nas mesas.
Logo vi que estavam equivocados ao me procurar, por isso perguntei se já tinham procurado algum outro profissional. Quando informaram que a decisão estava entre mim e um mágico, sugeri imediatamente que contratassem o mágico. Eles não precisavam de um palestrante, mas de entretenimento para a festa.
Por esta razão no formulário de solicitação de proposta em meu site deixo claro que o que faço é ajudar o público a enxergar novas tendências em tecnologias, negócios e carreira, compartilhar conhecimento e conceitos com profundidade, inspirar e motivar a mudança de atitude no trabalho e relacionamentos, encorajar com bom humor o empreendedorismo e a proatividade, além de alertar para a gravidade do momento, convidando à reflexão.
Para evitar equívocos, faço também uma ressalva, informando que não canto, danço, faço mágicas e caretas, não crio êxtases com beijos, abraços, risos e choros, nem faço o público gritar, pular e rolar no chão.
Dicas do palestrante Mario Persona para palestras, palestrantes, mestres de cerimônia, comediantes, oradores, conferencistas, professores, advogados, políticos, estudantes, apresentadores, líderes, repórteres, jornalistas, formadores de opinião...
Pesquisar este blog
11/02/2007
Palestras motivacionais
10/02/2007
Temas
Meus temas são marketing, vendas, comunicação, gestão de pessoas, negociação e vendas, e marketing pessoal, o que significa que meu público é formado principalmente por pessoas interessadas nessas áreas. Tenho também um tema sobre segurança no trabalho, porém enfocando a importância da segurança para a competitividade da empresa e do profissional. Em todos os casos a idéia é mostrar que a parte mais importância de uma empresa são as pessoas, e que elas devem viver em contínuo aprendizado e atualização, se quiserem permanecer ativas no mercado.
Meus treinamentos de comunicação, marketing, negociação e vendas, que podem durar até dois dias, são dirigidos a profissionais liberais e profissionais de vendas de serviços ou produtos de grande valor agregado. Geralmente são empresas que me contratam para treinar suas turmas de gerentes ou vendedores de máquinas, autopeças, serviços etc.
Também faço um trabalho de coaching para executivos que desejam aprender a falar em público. A quase totalidade de meu trabalho acontece em eventos in company e não em eventos públicos, pois são palestras, workshops e treinamentos ricos em conteúdo e adaptados à realidade da empresa. Eventualmente faço palestras em eventos abertos ou em universidades, mas sempre deixo claro que não me enquadro na categoria de palestras-show, do tipo que faz a platéia dançar, cantar, rolar no chão, fingir de morto... :)
Meus treinamentos de comunicação, marketing, negociação e vendas, que podem durar até dois dias, são dirigidos a profissionais liberais e profissionais de vendas de serviços ou produtos de grande valor agregado. Geralmente são empresas que me contratam para treinar suas turmas de gerentes ou vendedores de máquinas, autopeças, serviços etc.
Também faço um trabalho de coaching para executivos que desejam aprender a falar em público. A quase totalidade de meu trabalho acontece em eventos in company e não em eventos públicos, pois são palestras, workshops e treinamentos ricos em conteúdo e adaptados à realidade da empresa. Eventualmente faço palestras em eventos abertos ou em universidades, mas sempre deixo claro que não me enquadro na categoria de palestras-show, do tipo que faz a platéia dançar, cantar, rolar no chão, fingir de morto... :)
Marcadores:
conteúdo,
eventos,
marketing,
palestras,
show,
temas,
treinamentos,
universidades,
workshops
09/02/2007
Alguns conselhos
Primeiro, seja humilde! Ninguém gosta de pessoas orgulhosas, pessoas soberbas, para ensinar alguma coisa, se posicionando como o maioral, o que sabe tudo. Eu acredito que se você quer ser um palestrante, tem que ser um aprendiz!
E só quando estiver na posição de aprendiz é que poderá ensinar. Porque no momento em que se colocar só a ensinar, você deixará de aprender e se deixa de aprender você não tem nada de novo para passar.
Comece com humildade e aprendizado contínuos. Leia sempre, assista à palestras de outras pessoas, a gente aprende uns com os outros nesta área, ninguém sabe tudo, nenhum é o melhor, todos são bons naquilo que fazem, alguns são melhores em alguns momentos e péssimos em outros. Há de se ter esta humildade e este posicionamento de um contínuo aprendiz. Isso é o essencial, porque o conhecimento que irá passar são das coisas que aprende.
Já tive um caso de fazer uma declaração, numa palestra em Fortaleza, e um senhor de certa idade me dizer que era professor da universidade local e que eu estava enganado, que o que eu falei não era bem daquele jeito. Então, eu falei que estava ali para ensinar e que acabei por aprender e agradeci a oportunidade que ele me deu.
Outro ponto importante é estar sempre preparado para pedir desculpas, reconhecer eventuais erros e se de repente você não está preparado ou não sabe responder a uma determinada resposta, falar a verdade, dizer que não sabe, que vai pesquisar, mas que depois responderá. Ninguém vai à palestra para ouvir Deus, eles vão ouvir seres humanos. Então, a humildade, acima de tudo, é essencial!
Também é importante para o novo palestrante falar, trabalhar com entidades, escolas e universidades para saber se comportar diante de um platéia e estar melhor preparado.
E só quando estiver na posição de aprendiz é que poderá ensinar. Porque no momento em que se colocar só a ensinar, você deixará de aprender e se deixa de aprender você não tem nada de novo para passar.
Comece com humildade e aprendizado contínuos. Leia sempre, assista à palestras de outras pessoas, a gente aprende uns com os outros nesta área, ninguém sabe tudo, nenhum é o melhor, todos são bons naquilo que fazem, alguns são melhores em alguns momentos e péssimos em outros. Há de se ter esta humildade e este posicionamento de um contínuo aprendiz. Isso é o essencial, porque o conhecimento que irá passar são das coisas que aprende.
Já tive um caso de fazer uma declaração, numa palestra em Fortaleza, e um senhor de certa idade me dizer que era professor da universidade local e que eu estava enganado, que o que eu falei não era bem daquele jeito. Então, eu falei que estava ali para ensinar e que acabei por aprender e agradeci a oportunidade que ele me deu.
Outro ponto importante é estar sempre preparado para pedir desculpas, reconhecer eventuais erros e se de repente você não está preparado ou não sabe responder a uma determinada resposta, falar a verdade, dizer que não sabe, que vai pesquisar, mas que depois responderá. Ninguém vai à palestra para ouvir Deus, eles vão ouvir seres humanos. Então, a humildade, acima de tudo, é essencial!
Também é importante para o novo palestrante falar, trabalhar com entidades, escolas e universidades para saber se comportar diante de um platéia e estar melhor preparado.
Marcadores:
aprendiz,
aprendizado contínuo,
humildade,
humilde,
palestrante,
público,
universidades
08/02/2007
Adrenalina e recompensa
Falar em público gera muita adrenalina, porque você nunca tem o total controle da situação e nem sempre é possível prever como o público vai reagir. Nunca existe uma segurança de que as coisas vão sair bem. Então você entra no palco, sempre sabendo que algo poderá dar errado e que os olhares poderão ser contrários.
E tem o humor da platéia. Você pode pegar a platéia num mal dia! Ela é um organismo, às vezes acorda bem, às vezes acorda mal, está de bom ou mau humor. Tem também a influência do horário e o tempo que você tem para falar. Então, o palco é um lugar perigoso, quando você entra tem alguns minutos para descobrir em que ambiente está andando para depois começar a desenvolver.
Creio que todo palestrante sente isso, mas há alguns receios. Eu tive cãimbra no meio de uma palestra. Meu pé sofreu cãimbras terríveis e eu não podia fazer nada, eu tinha simplesmente que continuar, me posicionar da melhor maneira que eu pudesse!
Existem essas coisas, mas existe também a gratificação de terminar uma palestra e a pessoa dizer: “Mário, eu precisava ouvir isso!” Ou algo deste tipo. Já recebi e-mails que me deixaram emocionado. Depois de uma palestra que eu achei que não foi legal, em que eu senti que não estava nos meus melhores dias, recebi e-mails de pessoas dizendo que era exatamente aquilo que elas precisavam escutar, que aquilo ajudou muito na carreira.
Fora outras pessoas que escrevem depois de meses após algum evento e dizem que hoje estão em uma determinada posição, ou trabalhando em um determinado lugar e agradecem os conselhos e conceitos que compartilhei. Isso é muito importante e gratificante para qualquer pessoa que trabalhe na área de palestras, como para professores também, que têm muito em comum com o palestrante neste sentido.
E tem o humor da platéia. Você pode pegar a platéia num mal dia! Ela é um organismo, às vezes acorda bem, às vezes acorda mal, está de bom ou mau humor. Tem também a influência do horário e o tempo que você tem para falar. Então, o palco é um lugar perigoso, quando você entra tem alguns minutos para descobrir em que ambiente está andando para depois começar a desenvolver.
Creio que todo palestrante sente isso, mas há alguns receios. Eu tive cãimbra no meio de uma palestra. Meu pé sofreu cãimbras terríveis e eu não podia fazer nada, eu tinha simplesmente que continuar, me posicionar da melhor maneira que eu pudesse!
Existem essas coisas, mas existe também a gratificação de terminar uma palestra e a pessoa dizer: “Mário, eu precisava ouvir isso!” Ou algo deste tipo. Já recebi e-mails que me deixaram emocionado. Depois de uma palestra que eu achei que não foi legal, em que eu senti que não estava nos meus melhores dias, recebi e-mails de pessoas dizendo que era exatamente aquilo que elas precisavam escutar, que aquilo ajudou muito na carreira.
Fora outras pessoas que escrevem depois de meses após algum evento e dizem que hoje estão em uma determinada posição, ou trabalhando em um determinado lugar e agradecem os conselhos e conceitos que compartilhei. Isso é muito importante e gratificante para qualquer pessoa que trabalhe na área de palestras, como para professores também, que têm muito em comum com o palestrante neste sentido.
Marcadores:
adrenalina,
cãimbras,
palco,
palestra,
palestrante,
platéia humor,
público
07/02/2007
Saia justa
Saia justa eu tive uma vez, na faculdade. Eu era mágico num grupo de teatro para entidades assistenciais e abri aquela caixinha, da qual tiramos lenços. Então perguntei para a platéia: “O que tem aqui dentro?” E o pessoal respondeu: “Um espelho!” Eles viram o truque da mágica!
Como profissional eu me lembro de uma palestra que dei para funcionários do Banco do Brasil, de várias agências, que foram reunidos para um evento de três dias de treinamento. Fechei o evento e até brinquei que eu acabei com o evento deles!
Porque no encerramento contei que meu pai foi funcionário do banco até se aposentar, depois faleceu e eu fui criado na família Banco do Brasil e era sempre aconselhado pela minha mãe a seguir carreira lá porque existia a possibilidade de se ter uma vida muito boa.
Aquilo tinha um lugar muito forte no meu coração. Dei a palestra com o coração na mão, porque eu estava falando para as pessoas que eram amigas, que eu nunca conheci, mas que viviam no mesmo ambiente em que eu vivi. E no final da palestra eu quis brincar com a idéia, que minha mãe sempre falava: “Filho vá trabalhar no Banco do Brasil!”.
Eu contei essa história para eles e tentei brincar com isso no final, dizendo: “Gente, vou sair daqui agora e vou ligar para minha mãe, e vou dizer para ela que agora eu trabalho no Banco do Brasil!”.
Mas quando eu fui falar isso, me deu um nó na garganta, vieram à tona todos os sentimentos que tinha de infância e eu comecei a chorar na frente da platéia. Logo, não falei mais nada, o que eu fiz foi baixar a cabeça e sair. Uma pessoa que estava me acompanhando percebeu e correu lá para encerrar.
Eu pensei que seria expulso do recinto, mas pelo contrário, as pessoas vieram me abraçar, muitas delas chorando, emocionadas, porque realmente foi um discurso de coração para coração.
É um privilégio que você tem nesta área, quando você pode falar assim com as pessoas.
Como profissional eu me lembro de uma palestra que dei para funcionários do Banco do Brasil, de várias agências, que foram reunidos para um evento de três dias de treinamento. Fechei o evento e até brinquei que eu acabei com o evento deles!
Porque no encerramento contei que meu pai foi funcionário do banco até se aposentar, depois faleceu e eu fui criado na família Banco do Brasil e era sempre aconselhado pela minha mãe a seguir carreira lá porque existia a possibilidade de se ter uma vida muito boa.
Aquilo tinha um lugar muito forte no meu coração. Dei a palestra com o coração na mão, porque eu estava falando para as pessoas que eram amigas, que eu nunca conheci, mas que viviam no mesmo ambiente em que eu vivi. E no final da palestra eu quis brincar com a idéia, que minha mãe sempre falava: “Filho vá trabalhar no Banco do Brasil!”.
Eu contei essa história para eles e tentei brincar com isso no final, dizendo: “Gente, vou sair daqui agora e vou ligar para minha mãe, e vou dizer para ela que agora eu trabalho no Banco do Brasil!”.
Mas quando eu fui falar isso, me deu um nó na garganta, vieram à tona todos os sentimentos que tinha de infância e eu comecei a chorar na frente da platéia. Logo, não falei mais nada, o que eu fiz foi baixar a cabeça e sair. Uma pessoa que estava me acompanhando percebeu e correu lá para encerrar.
Eu pensei que seria expulso do recinto, mas pelo contrário, as pessoas vieram me abraçar, muitas delas chorando, emocionadas, porque realmente foi um discurso de coração para coração.
É um privilégio que você tem nesta área, quando você pode falar assim com as pessoas.
Marcadores:
mágico mágica,
profissional carreira
Como comecei
Minha história como palestrante começou quando eu morava no meio do mato, criava cabras e me congregrava numa pequena congregação de cristãos. Numa certa noite, me convidaram para falar. Eu não sabia como falar em público, então fui me preparar para falar e, como na congregação seria difícil me preparar, fui treinar com as cabras, numa casinha de palha que tinha em meu sítio.
Meu primeiro público foram as cabras! Eu até me orgulho disso, nenhuma delas me vaiou naquele dia! Ao logo do tempo fui adquirindo experiência para falar em público, era convidado várias vezes para falar e nunca era remunerado, por mais de 20 anos eu falei em público. Naquela época eu também lecionava, o que é um excelente treino para quem pretende dar palestras.
Trabalhei também no Banco Itaú, mas não como palestrante, trabalhei na área de negócios, assim como na Themag e na Companhia do Metrô. Dirigi uma editora durante dez anos, fui diretor de comunicação e marketing de uma empresa e foi lá que realmente me profissionalizei.
A empresa programou um evento, convidou uma centena de grandes clientes e, na véspera, o presidente percebeu que a coisa não iria dar certo. É que o palestrante seria um diretor técnico, que iria explicar o aspecto técnico de nossos serviços, usando uma linguagem técnica. Na última hora ficou claro que o público seria principalmente de empresários e pessoas da área comercial, e um papo técnico só iria gerar bocejos.
Então eu sentei com o diretor que iria falar, ele me passou tudo o que era preciso dizer, traduzi aquilo em linguagem comum, acrescentei algumas histórias, casos, piadas e a palestra foi um sucesso. A partir daquele dia tornei-me o palestrante oficial da empresa e depois acabei seguindo carreira por conta própria.
Hoje desenvolvo palestras, consultoria e estratégias e redação para Internet. Já escrevi cinco livros que foram publicados, tenho mais um inédito, um curso de multimídia para consultórios médicos esgotado, e mais alguns projetos.
Meu primeiro público foram as cabras! Eu até me orgulho disso, nenhuma delas me vaiou naquele dia! Ao logo do tempo fui adquirindo experiência para falar em público, era convidado várias vezes para falar e nunca era remunerado, por mais de 20 anos eu falei em público. Naquela época eu também lecionava, o que é um excelente treino para quem pretende dar palestras.
Trabalhei também no Banco Itaú, mas não como palestrante, trabalhei na área de negócios, assim como na Themag e na Companhia do Metrô. Dirigi uma editora durante dez anos, fui diretor de comunicação e marketing de uma empresa e foi lá que realmente me profissionalizei.
A empresa programou um evento, convidou uma centena de grandes clientes e, na véspera, o presidente percebeu que a coisa não iria dar certo. É que o palestrante seria um diretor técnico, que iria explicar o aspecto técnico de nossos serviços, usando uma linguagem técnica. Na última hora ficou claro que o público seria principalmente de empresários e pessoas da área comercial, e um papo técnico só iria gerar bocejos.
Então eu sentei com o diretor que iria falar, ele me passou tudo o que era preciso dizer, traduzi aquilo em linguagem comum, acrescentei algumas histórias, casos, piadas e a palestra foi um sucesso. A partir daquele dia tornei-me o palestrante oficial da empresa e depois acabei seguindo carreira por conta própria.
Hoje desenvolvo palestras, consultoria e estratégias e redação para Internet. Já escrevi cinco livros que foram publicados, tenho mais um inédito, um curso de multimídia para consultórios médicos esgotado, e mais alguns projetos.
Marcadores:
cabras,
congregação,
cristãos,
diretor,
editora,
história,
profissionalizar,
técnico
06/02/2007
Livros, site, blog, vídeos, etc.
Você precisa ter seu site, blog, livros, vídeos, podcast, tudo o que puder para mostrar suas habilidades e conhecimento. Lembre-se de que quem contrata um palestrante deseja duas coisas: competência naquilo que sabe e capacidade de comunicação. A primeira sem a segunda dá sono. A segunda sem a primeira é vazia.
Um site é essencial. Acho que 99% dos meus clientes chegam através do site de busca. Uma grande parte vem também dos meus artigos e crônicas já publicados por mais de 500 veículos. Esta é uma estratégia minha de comunicação, de permitir que outros veículos publiquem o que escrevo.
O palestrante é um comunicador, ele é um profissional da área de comunicação, ele tem que saber não só falar em público, mas saber se comunicar usando todos os meios possíveis de comunicação. Ele tem que saber como atuar hoje dentro do mercado como um todo, atingindo seu público, utilizando diferentes formas de comunicação.
Você tem que ter, de preferência, a habilidade de escritor. Se vai a um lugar e diz para a pessoa que é empresário, consultor, ou qualquer palavra assim, existe todo um respeito. Mas a conversa muda quando você diz que é autor e escreveu tantos livros. Porque o livro, por menos que o autor brasileiro ganhe, é o que mais status concede a um palestrante. O palestrante também ganha pontos se for também professor.
Um site é essencial. Acho que 99% dos meus clientes chegam através do site de busca. Uma grande parte vem também dos meus artigos e crônicas já publicados por mais de 500 veículos. Esta é uma estratégia minha de comunicação, de permitir que outros veículos publiquem o que escrevo.
O palestrante é um comunicador, ele é um profissional da área de comunicação, ele tem que saber não só falar em público, mas saber se comunicar usando todos os meios possíveis de comunicação. Ele tem que saber como atuar hoje dentro do mercado como um todo, atingindo seu público, utilizando diferentes formas de comunicação.
Você tem que ter, de preferência, a habilidade de escritor. Se vai a um lugar e diz para a pessoa que é empresário, consultor, ou qualquer palavra assim, existe todo um respeito. Mas a conversa muda quando você diz que é autor e escreveu tantos livros. Porque o livro, por menos que o autor brasileiro ganhe, é o que mais status concede a um palestrante. O palestrante também ganha pontos se for também professor.
Marcadores:
blog,
competência,
comunicador,
conhecimento,
livros,
podcast,
site,
vídeos
05/02/2007
Escolha de palestrante
Nem sempre o cliente sabe escolher o palestrante ou definir o perfil ideal para seu evento. Eu me lembro de uma empresa que me consultou querendo um trabalho na área de logística da informação. É um assunto que domino, então pesquisei no site dessa empresa, para desenvolver uma proposta voltada para as necessidades que ela me colocou.
Apresentei a proposta, passou um tempo e eu não recebia resposta alguma. Entrei em contato e descobri que eles tinham contratado um mágico. O que tinha acontecido ali? A pessoa incumbida pela contratação não sabia o que a empresa queria ou qual a necessidade do momento. Estavam precisando muito mais de um trabalho motivacional, o evento era mais festivo, do que de um profissional para falar de logística da informação.
Numa outra empresa, por exemplo, onde eu desenvolvi um trabalho de gestão e mudanças, eles planejaram maravilhosamente bem. Era uma semana da qualidade, fiz a palestra de abertura, criando então o caminho para todos os outros que viriam naquela semana, como consultores contratados, internos, etc. E, no último dia, fecharam aquela semana com um churrasco para todos os colaboradores e um circo empresarial.
Ficou ótimo, porque eles souberam colocar cada atividade, cada tema, cada perfil, no momento certo. O evento começou preparando o caminho e fechou com um momento grandioso e festivo, alegre e divertido. Aquilo marcou muito, tanto que eu voltei outras vezes e os outros profissionais também, porque eles souberam aplicar o projeto, souberam como investir.
É muito importante que a empresa que contrata saiba o que quer para ter os resultados que ela busca. Porque em alguns momentos ela vai precisar de alguém que chegue lá na frente, não conte nenhuma piada e ensine várias coisas e o pessoal saia com algo novo. Em outros momentos, vai precisar que eles aprendam, mas aprendam com bom humor, etc.
É importante que a empresa aprenda a conviver com os palestrantes ou escolher estes profissionais e se aperfeiçoem em relação à cultura e à aquisição de serviços de palestrantes. Mas é importante também que você saiba aconselhar a empresa. Se perceber que aquilo que desejam não é sua praia, não insista em vender algo que irá causar uma decepção depois.
Apresentei a proposta, passou um tempo e eu não recebia resposta alguma. Entrei em contato e descobri que eles tinham contratado um mágico. O que tinha acontecido ali? A pessoa incumbida pela contratação não sabia o que a empresa queria ou qual a necessidade do momento. Estavam precisando muito mais de um trabalho motivacional, o evento era mais festivo, do que de um profissional para falar de logística da informação.
Numa outra empresa, por exemplo, onde eu desenvolvi um trabalho de gestão e mudanças, eles planejaram maravilhosamente bem. Era uma semana da qualidade, fiz a palestra de abertura, criando então o caminho para todos os outros que viriam naquela semana, como consultores contratados, internos, etc. E, no último dia, fecharam aquela semana com um churrasco para todos os colaboradores e um circo empresarial.
Ficou ótimo, porque eles souberam colocar cada atividade, cada tema, cada perfil, no momento certo. O evento começou preparando o caminho e fechou com um momento grandioso e festivo, alegre e divertido. Aquilo marcou muito, tanto que eu voltei outras vezes e os outros profissionais também, porque eles souberam aplicar o projeto, souberam como investir.
É muito importante que a empresa que contrata saiba o que quer para ter os resultados que ela busca. Porque em alguns momentos ela vai precisar de alguém que chegue lá na frente, não conte nenhuma piada e ensine várias coisas e o pessoal saia com algo novo. Em outros momentos, vai precisar que eles aprendam, mas aprendam com bom humor, etc.
É importante que a empresa aprenda a conviver com os palestrantes ou escolher estes profissionais e se aperfeiçoem em relação à cultura e à aquisição de serviços de palestrantes. Mas é importante também que você saiba aconselhar a empresa. Se perceber que aquilo que desejam não é sua praia, não insista em vender algo que irá causar uma decepção depois.
Marcadores:
circo,
cliente,
consultores,
escolha,
evento,
informação,
logística,
mágico,
perfil,
proposta
04/02/2007
Por que há mais homens que mulheres?
Os homens, até por uma questão cultural da nossa sociedade, estão mais atuantes na sociedade, no mercado de trabalho. Não que eles sejam melhores, mas têm uma atuação mais antiga no mercado de trabalho. Grande parte das empresas é dirigida por homens, mas isso está mudando. O homem tende então, a tomar esta posição de primeiro palestrante, os números mais significativos de palestrantes são formados por homens. Mas tem surgido uma leva de excelentes palestrantes mulheres, com um recado para dar, que nós homens não conseguimos.
Como já falei da diferença de idade, existem também diferentes naturezas de palestras. Cada um, homem ou mulher, terá que fazer sua parte dentro da sua área de atuação. Nós somos bem diferentes, sabemos disso desde crianças, então, existem habilidades e capacidades diferentes.
Eu acredito que logo o mercado começará a perceber que as mulheres têm algumas habilidades a mais que os homens na comunicação, por exemplo. Elas têm um poder de comunicação muito grande, têm uma intuição muito apurada. Elas conseguem perceber as nuances de comportamento de uma platéia. E por isso elas são muito hábeis no tratamento com o público.
Eu acredito que é só uma questão de tempo, até nós termos mais mulheres atuando. É claro que elas não estarão atuando como homens, assim como os homens não atuarão como mulheres. Elas vão atuar dentro das características que têm e que são próprias. Nós não vamos ter uma substituição do mercado masculino, nós vamos ter uma complementação. No Brasil nós temos muitas mulheres complementando aquilo que os homens não sabem fazer, ou tentam fazer e fazem mal feito.
Como já falei da diferença de idade, existem também diferentes naturezas de palestras. Cada um, homem ou mulher, terá que fazer sua parte dentro da sua área de atuação. Nós somos bem diferentes, sabemos disso desde crianças, então, existem habilidades e capacidades diferentes.
Eu acredito que logo o mercado começará a perceber que as mulheres têm algumas habilidades a mais que os homens na comunicação, por exemplo. Elas têm um poder de comunicação muito grande, têm uma intuição muito apurada. Elas conseguem perceber as nuances de comportamento de uma platéia. E por isso elas são muito hábeis no tratamento com o público.
Eu acredito que é só uma questão de tempo, até nós termos mais mulheres atuando. É claro que elas não estarão atuando como homens, assim como os homens não atuarão como mulheres. Elas vão atuar dentro das características que têm e que são próprias. Nós não vamos ter uma substituição do mercado masculino, nós vamos ter uma complementação. No Brasil nós temos muitas mulheres complementando aquilo que os homens não sabem fazer, ou tentam fazer e fazem mal feito.
Marcadores:
comportamento,
comunicação,
habilidades,
mercado,
mulheres,
palestras,
platéia,
trabalho
03/02/2007
Qual a melhor idade?
A idade depende da área em que você vai atuar. Se atuar numa área de aconselhamento empresarial, assessoria empresarial, na parte de estratégias ou coisas assim, não que seja essencial, mas é necessário ter uma certa experiência.
Isso que estou falando pode ser o contrário no caso de grandes empresas ou grandes idéias que surgiram justamente da cabeça de jovens sem nenhuma experiência. Mas é claro que em algum momento eles precisaram de alguém com experiência para fazer a empresa funcionar.
Em algumas áreas, como a de esportes, por exemplo, os esportistas geralmente são pessoas jovens, eles estão na ativa, estão com o sangue fluindo livre pelas veias. E é claro que têm uma capacidade muito maior para falar de esportes do que alguém como eu que está com pouca atividade física ou coisas deste tipo.
Há outros exemplos como pessoas que começaram desde muito cedo na carreira de músico ou especialistas da área de informática, que é uma área nova em que os jovens têm feito coisas extraordinárias. Enfim, tudo vai depender de qual será o tema e qual será o público para o qual ele vai falar.
Isso que estou falando pode ser o contrário no caso de grandes empresas ou grandes idéias que surgiram justamente da cabeça de jovens sem nenhuma experiência. Mas é claro que em algum momento eles precisaram de alguém com experiência para fazer a empresa funcionar.
Em algumas áreas, como a de esportes, por exemplo, os esportistas geralmente são pessoas jovens, eles estão na ativa, estão com o sangue fluindo livre pelas veias. E é claro que têm uma capacidade muito maior para falar de esportes do que alguém como eu que está com pouca atividade física ou coisas deste tipo.
Há outros exemplos como pessoas que começaram desde muito cedo na carreira de músico ou especialistas da área de informática, que é uma área nova em que os jovens têm feito coisas extraordinárias. Enfim, tudo vai depender de qual será o tema e qual será o público para o qual ele vai falar.
Marcadores:
aconselhamento,
assessoria,
carreira,
especialista,
esportes,
esportista,
estratégia,
experiência,
informática,
músico
02/02/2007
Como começar?
Ser palestrante acaba sendo uma conseqüência de uma carreira. Quando você tem alguma atividade, acaba extravasando o conhecimento que tem dela e isso se torna então uma nova carreira. Porém, sempre como conseqüência de uma carreira que você já trilhou antes.
Acredito que em todas as profissões, carreiras, formas de trabalho, enfim, em qualquer atividade humana, você tem características que são inatas, em que as pessoas têm uma determinada facilidade de lidar com uma característica em particular e assim acabam por se sobressair.
Para um palestrante é importante ter uma experiência passada, porque ele nada mais é do que um futuro. Ele ensina e motiva as pessoas, baseado em experiências que já viveu ou conheceu. Para isso é preciso um preparo anterior, mas o talento e a habilidade naturais pesam muito.
Outra coisa importante: você pode saber muito, mas ninguém saber que você existe. As pessoas contratam palestrantes não apenas porque sabem, mas porque ouviram falar do profissional.
Acredito que em todas as profissões, carreiras, formas de trabalho, enfim, em qualquer atividade humana, você tem características que são inatas, em que as pessoas têm uma determinada facilidade de lidar com uma característica em particular e assim acabam por se sobressair.
Para um palestrante é importante ter uma experiência passada, porque ele nada mais é do que um futuro. Ele ensina e motiva as pessoas, baseado em experiências que já viveu ou conheceu. Para isso é preciso um preparo anterior, mas o talento e a habilidade naturais pesam muito.
Outra coisa importante: você pode saber muito, mas ninguém saber que você existe. As pessoas contratam palestrantes não apenas porque sabem, mas porque ouviram falar do profissional.
Marcadores:
carreira,
ensinar,
experiência,
habilidade,
palestrantes,
talento
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagens populares
-
Se todo profissional deve ser pontual, o palestrante deve ser mais. Palestrante que se atrasa não adianta. O compromisso do palestrante não ...
-
A não ser que você seja um autor famoso, esqueça ganhar dinheiro com livros no Brasil. Evitar o e-book também não protege ninguém de ter o l...
-
Alguém perguntou sobre agências de palestrantes. Vejo que as agências tinham um papel mais importante há alguns anos porque eram praticament...
-
Na grande maioria dos serviços que presto, não é feito um contrato para palestras ou treinamentos, já que trabalho mais com empresas grandes...
-
Encontrei um texto muito bom com dias para o palestrante lançar seu livro. É claro que antes o palestrante precisa escrever o livro e public...
-
Se quiser fazer uma boa palestra é bom começar pesquisando seu cliente, seu público, seu assunto e tudo o que estiver relacionado ao evento....
-
Não existe um preço fixo para palestras, mesmo porque não há duas palestras exatamente iguais. Posso dar um treinamento in company de várias...
-
Tudo na vida começa com algum tipo de planejamento. Até para fazer uma viagem de automóvel você precisa traçar uma estratégia, ou um caminho...
-
Qual é o seu estilo? Falo de aparência, modo de falar, tonalidade da voz e coisas do tipo. Cada palestrante tem seu estilo e o estilo pode s...
-
Um palestrante no início da carreira geralmente não ganha nada. Isso mesmo, geralmente o palestrante atua em alguma profissão e faz palestra...